06 de Março de 2011

Quase metade das brasileiras fazem regime

Nem sempre a dieta recebe orientação especializada

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou nesta quinta-feira, 3, um levantamento realizado no país sobre dietas. O estudo que ouviu homens e mulheres apontou que 40% das brasileiras a partir de 18 anos fazem algum tipo de dieta. Segundo a estudante Geovana Camargo, de 20 anos, a vontade de perder aquela barriguinha indesejada e a busca pelo 'corpo perfeito' é a causa de tanta dedicação. "Achei que a pesquisa iria apontar que mais mulheres faziam. Entre nós é absolutamente comum fazermos um regime de vez em sempre para perdermos desde a gordura até a vergonha do corpo", brinca. Por outro lado, nem todas seguem à risca os mandamentos do regime. O estudo revelou que das de 40% que fazem regime, 65% delas escapam da dieta. É o caso de Cleide Lima, há 1 ano ela controla a alimentação, mas um deslize é cometido de vez enquando. "Nem sempre dá para resistir a um doce, particularmente o chocolate que tanto amo. As frituras também são meu pecado. De uma a duas vezes por semana como os dois, mas nada em exagero, é só para matar a vontade mesmo", explica.

Quem pensa que só as mulheres apelam para uma alimentação balanceada e controlada, se engana. O mesmo levantamento apontou que 29% dos homens no Brasil também aderiram a tão famosa dieta. Um campo há muito tempo dominado pelas mulheres hoje possui homens como adeptos. O vendedor Marcelo Silva conta que faz academia há dois anos, e nesse tempo se familiarizou a dieta. "Quem quer ter um corpo bacana precisa regrar a alimentação. Comida, na verdade, é o sustento para o corpo, mas começaram a vê-la como prazer, o que acabou desregulando uma vida saudável. Me acostumei a comer tudo o que realmente faz bem ao corpo. Nem sinto falta de alimentos calóricos", finaliza.

Nutricionistas recomendam que antes de qualquer dieta, é aconselhável procurar um profissional da área, pois receitas milagrosas e indicadas por amigos estão relacionadas a problemas de saúde.

Por Dyego Queiroz
Especial para o Rio Verde Agora

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